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Mostrando postagens de agosto 1, 2021

Capítulo 8 - NOITES DE SANGUE

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  Capítulo 8       -Está bem.- assentiu a garota, depois que Rachel insistiu muito. – Eu vou te contar o que aconteceu naquela noite. O que fez Brandt mudar...             -Brandt, eu e mais dois amigos nossos, Marta e Jeck, adorávamos ficar no sótão da casa dos seus tios contando histórias de terror um para o outro - começou Nayara, fitando mais um ponto qualquer na grama verde e bem aparada, forçando a memória a se lembrar de cada detalhe. – Mas naquela noite não tínhamos tido boas ideias para contar histórias de terror. Então Brandt decidiu procurar por livros de mistério em uma estante que ficava no fundo do sótão. Começamos a procurar bons livros de mistério. Mas ali só tinha antigos livros de autoajuda e velhos romances. Nada que nos interessava.             -Mas quando Brandt decidiu examinar os livros da parte mais alta da estante e subiu ...

Capítulo 7 - NOITES DE SANGUE

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Capítulo 7     Rachel estava chocada. Definitivamente aquele não era mais o seu irmão.             Deitada em sua cama, após um jantar que sequer conseguiu tocar na comida, ela estava em seu quarto, trancada, com a coberta até o queixo.             A luz da lua banhava o aposento em uma claridade pálida.             Lágrimas persistiam em rolar pelo rosto de Rachel. Doía-lhe muito o que o irmão lhe fez: ameaçá-la de morte, tentar esganá-la.             Brandt estaria escondendo o corpo de Neil no sótão? Então seu irmão teria se transformado em um maníaco homicida? Isso era muito assustador.             Não podia ser. De jeito nenhum. O irmão só deveria estar passando por uma fase difícil dep...

Capítulo 6 - NOITES DE SANGUE

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      Capítulo 6 Sentindo gélidos calafrios percorrerem o seu corpo, Rachel começou a andar em direção ao sótão.             Andou nas pontas dos pés, tentando não deixar as escadas rangerem sob seu peso. Subiu com cautela até o patamar, aproximou o ouvido da porta e escutou.             Um som fraquinho, semelhante a um gemido, provinha detrás daquela velha porta de madeira.             -Há alguém aí?- indagou quase em um sussurro inaudível, para não alertar o irmão no banheiro. – Neil, é você?             Silêncio.             O coração da garota dava saltos no peito. Novamente ela tentava reter a respiração para aguçar a audição.         ...